Entre roupas femininas usadas, o trabalho convoca memórias de corpo, cuidado e vulnerabilidade. As dobras, cortes e suturas revelam a reconstrução de si, enquanto o esmalte “Pense Rosa” aciona a reflexão sobre o feminino como potência. A obra propõe o amor próprio como gesto íntimo e político, reconhecer-se, recompor-se e acolher cada camada que nos forma.