Artista visual de Atibaia cuja produção transita entre a experimentação contemporânea e referências da cultura local. Seu trabalho explora cor, textura e memória, criando composições que dialogam com o urbano, o simbólico e o afetivo. Com presença ativa no cenário artístico da região, Vitor desenvolve obras que conectam tradição e inovação, sempre buscando novas formas de provocar sensibilidade e reflexão no público.
Esta montagem fotográfica, propõe um olhar para a Congada como território de cuidado e continuidade. Convida os expectadores a refletirem sobre tradições que sobrevivem não apenas por seus atos públicos, mas pelos gestos silenciosos que acontecem antes do cortejo: o arrumar da roupa, o abraço que acalma, o bebê que dorme no meio da festa.
Em Atibaia, a Congada não é apenas celebração coletiva — é também uma pedagogia do afeto. Uma cultura sustentada no colo. Uma herança que nasce todos os dias.