Artista e ferreiro, tenta misturar tradições antigas com formas de expressão contemporâneas, alternando entre diferentes mídias e eventualmente as mesclando. Martela ferro profissionalmente desde 2012 e coloca pigmentos em superfícies passionalmente desde a primeira infância. Ao longo da carreira tem tentado sempre aprender e fazer com que o mundo atual seja um pouco menos seco.
Uma pintura que evoca maternidade, a relação de afeto entre pessoas e seus animais e também a possibilidade do luto e perda e como superá-los quando todo o resto deixa de fazer sentido. As pessoas buscam conexões e elas encontram, independente da forma ou do objeto dessa conexão.